** LANGUAGE: Portuguese-Br **

[TITLE]Lolitas: Carnaval, Surubas e agitos
[LANGUAGE] Portuguese-BR
[CODES](+Mf, ped, orgy, little girl Cum Guzzler, creampie)
[NARRATIVE]first person

[AUTHOR] Illusionist7 - https://www.asstr-mirror.org/files/Authors/ilusionist7/www/
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_____Temos uma energia muito grande dentro de n�s que chama-se
energia sexual, � quase imposs�vel resistir a isso. Essas s�o
est�rias de orgias envolvendo preteens, essas meninas por um
motivo ou outro acabam realizando o desejo dos homens, saciando
todos a sua volta de prazer, essa(s) gostosinhas passam por
v�rias aventuras sexuais antes de chegar a idade adulta.
Pervertidas por natureza, prontas para dar tudo de si, a troca de
afetos e favores sexuais intermin�veis s�o a caracter�sticas
dessas abusadinhas, que gostam tanto de fazer amor e sexo que
nasceram para isso.
_____Ol�, meu nome � Kimberly, sou moreninha bem fogosa e
gostozinha, n�o sou gorda mas sim gostosa e isso deixava os
homens loucos e tarados por mim, apesar da pouca idade 12 aninhos
j� tinha quadris desenvolvidos, n�degas bem fornidas, faltam-lhe
seios maiores por causa da idade, era uma garota DELICIOSA e
chamava a aten��o por isso. Quero contar est�rias de �pocas de
eterna putaria e orgias, novinha mas putinha desde cedo, com 11
anos j� tinha namorado escondido, durante um ano namorei ele e
depois disso n�o queria mais larg�-lo, grudei nele mas ele n�o me
queria, ainda assim sa�amos juntos, mas ele s� participava de
festas envolvendo orgias e eu acabei tomando gosto pela coisa e
nessa �poca, j� sabendo o que queria, acabei levando uma vida de
vadia, adorava isso.

Estava de f�rias da escolinha e cansada de dar para quase todos
os meninos do col�gio resolvi participar de novas aventuras, isso
porque fui convencida por v�rios homens que queriam me ver
dan�ando no carnaval, em plena �poca de carnaval viajei com
amigos, morava com minha v� e a desculpa que inventei dessa vez
foi que ia participar de uma colonia de f�rias com priminhos, deu
tudo certo e depois de aprontar as malas fomos de carro at� uma
cidade(n�o posso dizer qual) onde o carnaval estava bombando.
Tinha apenas 12 anos e fui bastante influenciada pelos caras que
me comiam, que me prometiam dinheiro e de vez por outra recebia,
quando aparecia com dinheiro com minha av� dizia a ela que estava
fazendo uns bicos tipo engrachando sapato e limpando coisas, que
feio essas mentirinhas. Para ir com eles nessa viagem me
prometeram uma graninha legal, eu acho, n�o tinha muita no��o do
que � muito ou pouco.

A viagem foi mais ou menos demorada e como o carro estava cheio
de machos tive que revezar a sentada no colo em cada um deles,
tr�s dos seis homens que deles nunca tinham me comido por n�o
terem oportunidade, mas j� sabia que eram punheteiros, na casa de
orgia que frequentava cansei de encontrar minha calsinha
lambuzada de porra que s� podia ser a deles porque eram alguns
dos caras que n�o me comiam, eu j� conhecia eles e sabia que a
idade deles eram quatorze, quinze e dezesseis. Durante a
viagem estava alegre e deixei que me tocassem enquanto sentava no
colo de cada, estava junto com o balan�o do carro e minha bundona
com as n�degas abertas sentada no colo dele, estava usando uma
saia curta e uma blusinha branca bem justa e dexando s� quem eu
sentava no colo me apalpar l� embaixo, na xaninha por cima da
calsinha que j� estava ficando melada, quando vi os moleques j�
estavam me esperando, com um volumezinho no short, sentei no
primeiro deles e comecei a rebolar enquanto ele mexia na xaninha,
passei para o pr�ximo e j� dava para ser a rola saindo do short,
sentei em cima e rebolei e desse vez resolvi punhetar os outros
dois a meu redor, eram punheteiros mesmo gozaram rapidinho
melando minhas maozinhas, o que estava embaixo tamb�m gozou
melando minha calsinha e saia, olha que eu s� rebolei e ainda
estava a caminho da outra cidade.

O carnaval n�o tinha nem come�ado e j� estava na putaria,
chegamos e ficamos na casa de um colega de um dos meus colegas
acompanhantes. Me lembro bem era uma casa grande e tinha v�rios
quartos, era tudo o que os caras queriam para levar as vadias de
carnaval at� l�. Ent�o os caras  escolheram os seus quartos e fui
sortuda de receber um quarto s� para mim (acho que foi
proposital). N�o era muito grande mas era suficiente, tinha uma
cama de solteiro e um guarda roupas que n�o precisava para nada 
pois tinha levado pouca roupa e suficientes bem. Durante o dia
fiquei l� esperando o tempo passar com os meninos batendo no
quarto mas n�o abria.
Me vesti e estava mesmo acostumada a usar aquela roupa meu
vestido colado ao corpo com uma calsinha cavada s� por baixo, o
homem que quizesse ver minha xaninha era s� levantar o vestido,
bem sexy para minha idade. J� era de noite e todos estavam
prontos para ir a festa de rua onde o bloco de carnaval estava
junto com os rapazes. Fomos a p� pois n�o era longe, disseram a
mim para ficar a vontade e quando cheguei estava bem lotado. Eu e
os rapazes come�amos a agitar, ficamos um tempo dan�ando e eles
paqueravam outras garotas, passou-se meia hora e j� estava
molhada de suor, os meninos estavam tomando cerveja e resolvi
beber, s� um pouquinho, para aliviar o calor. Vi ent�o algumas
garotas sendo beijadas pelos rapazes e isso me deixou alegre,
estava louca. Eu j� tinha as n�degas grandes e bem preenchidas
para minha idade e � �bvio que isso chamava aten��o nos caras que
passavam e dos pivetes, senti muitas m�ozinhas bobas passarem
sobre o meu bumbum, olhava para o cara que passava e ria, alguns
tomavam um susto quando via a minha carinha inocente e outros
ficavam loucos de tes�o at� repetiram s� que dessa vez com
encoxadas.

Repentinamente, gritei:-Aaaa�, e olhei para tr�s, rindo de raiva
e tes�o, um dos rapazes perguntou o que foi e disse:-um filha da
puta enfiou  o dedo no meu rabo! -Voc� quer que eu fa�a o que?
sei que est� gostando, te conhe�o, disse ele. N�o sei quantas mil
pessoas estavam em volta, o som das pessoas e do trio era
ensurdecedor, e tome m�o boba, dedada no c� e batedor de
carteira. Estava uma maravilha, uma suruba ao ar livre, corpos
suados se esfregando no meu, agarra��o, e aquele cheiro
caracter�stico no ar, uma mistura de mijo com cerveja quente.
Cheguei a beijar cinco rapazes. Hoje n�o curto mais carnaval como
curtia mas garanto que j� fui super putinha.

Os rapazes que estavam me acompanhando queriam mesmo era curtir,
beijaram v�rias vadias, mas ainda n�o tinha nem come�ado, com o
balan�o do ritmo comecei a rebolar de forma bem provocante, �s
vezes, at� meu vestido subia mostrando a calsinha e xaninha
suada, mas eu descia para esconder, tamb�m tenho vergonha , mas
enquanto subia levei algumas dedadas diretas na xoxotinha que at�
doiam, ficava puta, mas continuava a dan�ar com a minha carinha
de menina bem tratada, por�m, vadia. um certo momento fui cercada
por um grupo de rapazes, n�o vou dizer detalhes mas todos tinham
caras de safados, eram 5 no total, uma turminha, cada um me puxou
para si e me beijou, era trocada de boca toda hora e deixava tudo
na boa, queriam me levar para um lugar e aceitei, fui caminando
com eles at� chegar num local mais longe do bloco num beco, era
escuro, grande e percebi que j� tinha gente ali se fudendo. Fui
rodeada por eles e comecei a ser beijada de l�ngua por todos, era
apalpada geral e enfiaram a m�o por debaixo do vestido, retiraram
minha calsinha de beb� com cheiro de xaninha com coment�rios
maldosos: -OLHA PESSOAL O CHEIRO DE BUCETA NOVA, enfiaram a boca
na minha bundinha ainda de p�, sentindo meu cheiro de suor de
menininha, pegaram no meu bra�o para n�o me mexer, e de um por
um, enfiaram a cara por debaixo do vestido direto na xaninha,
eles deliravam com meu cheiro, era um cheiro xoxota com menina
suada, a� me fuderam al� mesmo, de p�, suas rolas me penetravam a
vontade e eu s� ria com carinha de anjo, isso deixava eles mais
excitados e at� meu cuzinho foi o alvo deles, subi em cima de um
deles que estava em p� enquanto recebia duas picas dentro de mim,
meu cuzinho doia mas minha xaninha estava a mil e
molhad�ssima,-VAI VADIA, TU AGUENTA TUDO J� VI, AGUENTA NOSSAS
ROLAS quando dois gozaram veio mais dois fazer o mesmo, estava
transando com eles de p� no escuro, primeira vez que fazia isso,
ap�s os cinco gozarem nos meus dois buracos de baixo e eu gozar
apenas uma vez, vesti minha calsinha, ajeitei o vestido e fui
direto para o bloco onde estava meus amigos de foda e
acompanhantes, enquanto caminhava at� l�, pingava esperma de
baixo de mim, cheguei at� eles rapidinho e um rapaz disse: -Acho
que sei o que estava fazendo d� pra ver na sua carinha, -D� para
ver debaixo do teu vestido, quando vi estava escorrendo porra
pela minha perna e pingando. Os cinco rapazes que me comeram
tinham voltado para pedir meu fone, n�o tinha, mas disse onde
estava hospedada e eles foram embora, eram gatinhos tenho que
admitir. Enfim o tempo passou e fui embora, estava ainda estocada
de porra dentro de mim, mas aguentei para que n�o sa�sse, eu e
mais um acompanhante me levou at� a casa, j� era tarde e vi que
os outros iriam ficar at� o fim da festa.

J� l� na casa, estavam v�rios homens com vadias e alguns ainda
n�o tinham me comido, bebi �gua, fui ao banheiro mijar mas tinha
um cara l� tomando banho com a porta aberta, entrei assim mesmo
tirei minha calsinha e fiz pipi, o cara notou minha presen�a e
olhou minha calsinha abaixada at� os p�s, a calsinha estava
molhada de porra, ele percebeu nesse instante que era putinha, e
sentada no vaso sanit�rio urinando, veio aquele cara pelado para
cima de mim mostrando sua rola na minha carinha, n�s rimos um do
outro e eu sem ter o que fazer, peguei e comecei a chupar sua
vara grande e dura, o homem gozou enchendo minha boca de leitinho
e combinamos
nos encontrar mais tarde, eu me levantei peguei minha calsinha
cheia de porra e fui para meu quarto, no corredor, dei de cara
com os garotos punheteiros, que notaram o cheiro da minha
calsinha cheinha de leite, levei apalpa��es sobre a roupa, e,
mesmo excitad�ssima dispensei eles para mais tarde, ficaram
emburrados, entrei no meu quarto, percebi algumas calsinhas
jogadas no ch�o e para minha raiva estavam cheias de porra, s�
poderia ser os punheteiros, levei tudo at� a lavanderia, peguei
um banquinho para alca�ar o tanque e comecei a lavar, na m�o
mesmo tudo, veio um homem por tr�s e come�ou a me encoxar, vi que
era o cara que estava tomando banho, ele pegou sua rola e meteu
por debaixo do meu vestido, estava de costas quando ele conseguiu
enfiar no meu rabinho, ficou mais uns 10 minutos metendo, eu
estava com o c� pegando fogo, ele gozou novamente dessa vez, no
cuzinho e disse: -VOC� � NOVINHA MAS � MUITO VADIA, AGUENTOU
MINHA ROLA LEGAL SUA PUTINHA, sa� da lavanderia com porra
pingando do cuzinho. Quando terminou fui dormir no quarto que
estava hospedada, n�o tinha mais nenhuma calsinha para usar at�
amanh�, meu vestido estava sujo e resolvi colocar meu pijama,
fino, liso e com nada por baixo, assim fui dormir. N�o antes de
deixar a porta do quarto destravada, qualquer um poderia entrar.

J� de madrugada estava dormindo e s� a luz da janela iluminava um
pouco, pude ouvir o barulho, tinha algu�m entrando mas s� que
estava morrendo de pregui�a, n�o vi quem era a princ�pio, vi
algu�m entrar por debaixo do len�ol enquanto estava deitada de
lado, me virei e vi um dos amigos deles, pediu para dormir
comigo, ao meu lado pois n�o tinha muitos lugares para dormir,
que papinho, perguntei seu nome e o que fazia, seu nome era
Fredson e era mec�nico, fiquei aliviada e me deitei de lado fui
dormir novamente, mostrando minhas n�degas que o pijama deixava
mostrar, como n�o tinha nada por baixo j� sabia o que iria
acontecer, Fredson se virou de lado tamb�m no outro sentido, j�
estava com a cara perto da bunda, com certeza estava vendo meu
cuzinho e xaninha, durante um tempo quase dormi de novo quando
senti sua m�o grossa encostar na minha perna, sua m�o acariciou a
perna e come�ava a subir para a xana, me deixando j� acordadinha,
ele puxou o shortzinho do pijama para o lado que estava bem
frouxo em mim, e come�ou a ver minha bunda bem de perto quase me
cheirando, me mexi um pouco e dei uma rizadinha safada, ele se
virou desa vez para o meu sentido, e de lado atr�s de mim come�ou
a ro�ar seu p�nis duro nas minhas n�degas e esfregando levemente
no meu cuzinho, cada vez que fazia isso sentia aquele pauz�o
aumentar de tamanho ficando mais duro, ele passava sua pica na
minha bunda e eu j� estava com a xana molhada, dei uma olhadinha
para tr�s e disse:-continua, ele ficou empolgad�ssimo, esfregava
sua rola dessa vez na minha xana, ro�ando bem gostoso, quase
gozei, me virei e deitei em cima dele num 69 bem gostoso, ele
chupava aquela umidade da xaninha e eu aguentava mais rola na
boca, me deitei dessa vez com ele por cima de mim, ele cheirava a
suor, cerveja e gracha, aquelas duas m�o grossas me amassavam, me
seguravam com jeito, ele meteu aquela pica em mim, n�o teve
dificuldades para isso, e me agarrava com seus bra�os bem fortes,
me beijava com nossas l�nguas entrela�ando, me socava com for�a a
fundo minha xana, me beijava os peitinhos, lambia minha
orelha!...?. Bem, e pra terminar essa foda gostosa tirou sua rola
da xaninha e despejou seus jatos, ejaculava como um homem que
tinha passada uma semana no mato, que nem os recrutas do
ex�rcito, me deixou com a minha carinha emporcalhada de porra.
Logo depois se virou e dormiu, isso � o que todo homem faz, j�
eu, me limpei e dormi tamb�m.

Acordei tarde da manh�, vi que aquele homem com quem tinha
passado a noite j� n�o estava mais l�, tive um dia legal passei
v�rias horas entretida fazendo algo, op��es para fuder n�o
faltaram, mas preferi levar um dia mais normal, at� certa hora
que os garotos pirralhos punheteiros me chamaram para brincar de
video game, e eu usei uma calsinha branca bem apertada e sexy, um
vestido longo e colado at� os joelhos e era a minha marca
registrada, n�s ent�o revez�vamos as partidas dos jogos, quando
era a minha vez os meninos ficavam loucos, enquanto segurava o
controle e jogava sentada no ch�o deixando a mostra a xaninha
para eles, que passavam a m�o no meu vestido, mas eu n�o deixava
eles passarem disso, o que deixava eles mais punheteiros,
est�vamos jogando no quarto deles e percebi a origem de toda
aquela punheta, vi um amontoado de filmes porn�s em DvD pirata,
mas que pivetes! n�o sei aonde conseguiram aquilo, olhei a capa
dos filmes e era s� mulher cavala boazuda, com certeza os
pirralhos batiam muito, tinha at� filmes de orgia, que
pervertidos! (N�o vou dizer a idade deles mas eram pirralhos).

Os muleques me chamaram para a pr�xima brincadeira que era de
brincar de esconde-esconde, topei na hora, a casa era grande, os
homens tinham sa�do, j� eram acho que tr�s horas da tarde e eu
estava junta entretida com os muleques. Tinha grande �rea l�
atr�s da casa, uma piscina(que as vezes estava cheia de putas),
�rvores e uma grande �rea para correr. Foi decidido que eu iria
procurar os meninos na casa, e quando achasse teria que pegar no
pau de cada um, eles ficaram excitados com a brincadeira pensando
que eu iria dar para eles, contei de um at� vinte e fui procurar
os pestinhas, eram 10 meninos, o primeiro encontrei atr�s da
porta e j� estava com o pinto pra fora, ent�o peguei naquela
pica, punhetei rapidinho, e fui procurar outro, deixei ele
terminar n�o queria me melar ainda, o outro menino estava debaixo
da cama, ent�o peguei na rola dele e punhetei s� um pouco, sem
fazer ele gozar, fui procurar mais outro, que estava atr�s da
cortina, fiz a mesma coisa, e assim foi, peguei em dez picas
duras dos garotos, que estavam me comendo pelos olhos. A
brincadeira mudou e agora tinha que ser achada, decidi que, cada
vez que me encontrassem, um deles iria cheirar a minha xoxota,
eles piraram, ficaram loucos com o que disse, ent�o me escondi,
fui para dentro do guarda-roupa e fiquei l�, quando um abriu e
disse: -Achei, logo se reuniu os 10 garotos, o que me achou j�
queria me cheirar, n�o deixei e disse para ele escolher um dos
dez pivetes, ele escolheu logo o mais pervertido, ent�o pedi para
que ele se ajoelhasse, puxei para cima o meu vestido mostrando
minha calsinha a todos, cruzei as pernas e abaixei a bunda e
disse:-Mete a cara, minha nossa! ele meteu a cara entre as minhas
n�degas, conseguiu heim, deixei ele cheirar por acho que 20
segundos, bem r�pido. Bom, a brincadeira continuou e fui achada
novamente, dentro do box do banheiro, os 10 garotos se reuniram a
minha volta, pedi para que escolhessem um (sem repetir), e o
garoto mandou bala, enquanto metia a cara na bunda gostosa e
cheirosa percebi que ele batia punheta, bom, o resto foi resto e
assim foi, at� completar os 10 pestinhas, cada um com a cara mais
lambida que a outra. Tive que terminar a brincadeira e ficaram
super contentes com o cheiro de xoxota que tinham em seus rostos.

Estava quase gostando dos punheteiros quando, de repente, os
marmanjos (homens de verdade) me chamaram para fazer parte da
festa deles, eles trouxeram duas gostosas a parte, uma loira
gostoz�ssima estilo russa, com seios medios cara de safada e
bunda gostosa, outra era morena (que nem eu), boazuda
extremamente bunduda e cavala, com um xerec�o de fazer inveja, me
uni a turma que j� estava no maior amasso, seis homens fortes e
gostosos duas gostosas e mais eu, trancamos o quarto e ficamos
l�, estava t�mida no in�cio, queria algo para quebrar o gelo pois
apenas ficava vendo as duas gostosas fudendo com os caras, se
contar eram tr�s caras para cada uma, resolvi ter coragem e me
envolver, queria mesmo que esse n�mero diminu�sse para dois
machos para cada puta, fui ent�o encorajada por um deles, que
pegou na minha cabe�a e me fez carinho, me beijou e a� me joguei
toda em cima dele, j� pelado com o pauz�o duro, tirou minha
roupinha e me deixou a vontade, suguei aquela picona, veio ent�o
outro fuder comigo e quando vi tinha duas picas duras na minha
frente, uau! chupei bem gostoso enchendo de saliva aquelas
piconas, um deles ordenou que ficasse de quatro, a� foi,
aconteceu, levava no rabinho uma picona e na boquinha outra. Vi
os homens revezarem as mulheres e o mesmo aconteceu comigo,
outros dois caras vieram me fuder, e dessa vez levava picas duras
no cuzinho e xoxota, a orgia estava �tima, n�o queria que
acabasse mas vi a morena gostosa levando jatinhos de porra na
cara, depois outros dois gozavam na loira, s� faltava euzinha
levar porra, ent�o percebi que meu cuzinho estava apertando o
pauz�o do homem, tamb�m pudera, isso at� atrapalhava um pouco,
mas com muito jeito e um pouquinho de viol�ncia recebia jatos de
porra dentro de mim, al�m do cuzinho ardido e cheio de esperma,
senti minha xaninha levando at� o �tero uns jatos quentes, quase
uma queima��o interna, com aquela xoxota cheia de porra
terminamos a deliciosa orgia, e mal terminou j� queria outra
foda, at� peguei o esperma qu escorria da xoxota e levei at� a
boca provando, Aquilo at� aliviou minha coceira na xoxotinha mas
queria mais algo e estava louca e pronta para mais uma foda.

Fui convidada pela loira e a morena para fazer umas
brincadeirinhas du cacete, nos trancamos no quarto e ficamos
chupando uma a outra, n�o estava muito acostumada a isso, minha
prefer�ncia � mesmo rola, mas estava t�o gostoso que n�o
conseguia parar, nossas l�nguas dentro uma das outras, nossos
cl�toris massageados, nossas gozadas, nossos carinhos, tudo nos
deixava bem relaxadas, nos sent�amos bem e resolvemos provocar
quem passava na rua, era carnaval n�, e para aproveitar isso,
colocamos nossas bundas para fora da janela, janela grande ,
direto para a rua onde passavam v�rias pessoas. como j� disse,
carnaval � uma suruba ao ar livre, fiz quase isso ao p� da letra,
colcamos n�s tr�s as nossas bundas para fora da janela, sentadas
nela, para ver o que acontecia, estava eu sentada no meio das
duas cavalas boazudas e como era a menor e mais novinha, estava
anciosa com a novidade, meu cuzinho e xoxota sendo vista pelos
transeuntes, o que aconteceria? na janela? sentada?, n�o demorou
muito e come�amos a ser apalpadas da mesma forma como em um
puteiro, as tr�s, inciciamos com deadas e apalpadas e a cada vez
que acontecia olh�vamos para tr�s e riamos da putaria, e tome
dedada, dedada na xoxota, bulinada, dedada no c�, que del�cia!
.....Quando percebemos estava formando-se uma fila quilom�trica
dobrando o quarteir�o da casa onde eu estava hospedada, machos e
machos enfiando a cara nas nossas bundas, com coment�rios
maldosos: -VAMOS APROVEITAR AS TR�S PUTAS, UMA � QUASE VIRGEM,
-BUCETA DE GRA�A GALERA,  se aproveitando de mim e delas, nossas
bundas p�blicas eram filmadas, fotografadas, aguentei aquela
sess�o intensiva de apalpadas, dedadas,  e chupadas na
bunda,molestada por mais de meia hora, desisti f�cil, sob vaias
masculinas fui embora, mas as outras duas putonas depravadas
continuaram por mais de uma hora, confesso que gozei muito, os
filhas da puta n�o tiveram como penetrar pois a janela era alta,
mesmo assim, nos divertimos demais.

Durante os dias que estive l� pude ter a certeza da minha voca��o
de puta, desde novinha, era o que queria fazer, s� pensava em
formas de seduzir e brincar com eles. Fiz enumeras putarias
durante todos aqueles dias, mas no �ltimo dia foi diferente, os
punheteiros que estavam na casa junto comigo resolveram dar uma
festa, que festinha de pirralhos! disse eu, soube que queriam
pagar uma puta para fuder com todos eles, os pivetes estavam
alegres por conseguir juntar dinheiro para isso e fui logo
convidada para ser "essa puta", � claro que n�o aceitei. De tanto
procurar na rua, no carnaval, os muleques jumentinhos n�o � que
acharam! Era uma puta boazuda, morena, mais alta que todos eles,
kkk, ser� que iriam aguentar? acho que sim. Estava tudo
combinado, fui convidada e prometi comparecer. A festa era a
noite e tinha dois quartos dispon�veis para as surubas, rsrsrs,
ser�? Os marmanjos donos da casa sa�ram e s� ficaram cerca de 15
piralhos, quando vi a quantidade at� me assustei, acho fizeram
mais amizades, tudo pronto, eu j� estava l�, j� tinham ligado um
som com m�sica bem alto, n�o demorou e chegou a t�o sonhada puta
deles. Eu queria ver o que iria acontecer e fiquei l�, junto, s�
vendo, carregaram uma mesa para o quarto e todos n�s entramos,
mandaram a puta subir em cima da mesa e fazer strip-tease, sob o
olhar de v�rios moleques, vi v�rias picas deles para fora
punhetando enquanto a puta tirava a roupa e dan�ava, logo em
seguida na segunda m�sica ela tirou tudinho deixando os garotos
pirados. A putona deles deitou em cima da mesa com a perna aberta
e come�ou a ser "pegada" por todos eles, era dedada na xoxota, no
c�, lambidas, chupadas, beijos!, a puta deixava tudo, afinal de
contas era paga para isso.

A puta ent�o foi carregada para a cama pelos pirralhos, boazuda
que era, tinha uma bunda bem grande e era muita areia para o
caminhaozinho dos meninos, era uma cavala, de quatro, j� estava
esperando a primeira pica a ser penetrada, sob v�rias apalpadas e
del�rio dos pestinhas. Quando o primeiro deles se ajeita para
meter ela diz: - CAD� A CAMISINHA?!!!!!!! -todos olham uns para
os outros com cara de "n�o sei" bem desconfiados, e come�am a
procurar pelas benditas camisinhas  na casa, nas gavetas, em
tudo, ela se senta e diz: -SEM CAMISINHA SEM NEG�CIO. Um dos
garotos doido para com�-la diz: -Vai sem camisinha mesmo!, a
putona fica "puta" com os piralhos e resolve ir embora. Uma certa
decep��o toma conta do lugar, um come�a a culpar o outro pelo
acontecido e quase presenciei um pequeno conflito, muito normal
para a idade deles, muita testosterona, pouco c�rebro.

Fiquei com peninha deles e resolvi bancar a putinha que tanto
queriam, estava bem animada com a situa��o, fiz o mesmo que a
puta fez, subi na mesa, dancei, tirei a roupa e fiquei s� de
calsinha, fui bem apalpada sob coment�rios dos garotos:- PUTINHA
AGORA FINALMENTE CHEGOU A HORA VOC� VAI SER NOSSA VADIA A NOITE
TODA, eles me prometeram o dinheiro da putona para mim, se
fizessem tudo o que eles quisessem, aceitei � claro precisava de
grana e comecei a ser lambida, chupada, enfiaram as suas m�os em
mim ....... bom n�o vou contar o resto mas acho que � iria
acontecer � �bvio.

Beijo a todos


  

Carnaval_Surub_'.'Orgy-Mf_ped_creampie'.'