** LANGUAGE: Portuguese-Br ** [TITLE]Lolitas: Carnaval, Surubas e agitos [LANGUAGE] Portuguese-BR [CODES](+Mf, ped, orgy, little girl Cum Guzzler, creampie) [NARRATIVE]first person [AUTHOR] Illusionist7 - https://www.asstr-mirror.org/files/Authors/ilusionist7/www/ -------------------------------------------------------- This work is copyrighted to the author � 2010. Please don't remove the author information or make any changes to this story. All rights reserved. Thank you for your consideration. -------------------------------------------------------- _____Temos uma energia muito grande dentro de n�s que chama-se energia sexual, � quase imposs�vel resistir a isso. Essas s�o est�rias de orgias envolvendo preteens, essas meninas por um motivo ou outro acabam realizando o desejo dos homens, saciando todos a sua volta de prazer, essa(s) gostosinhas passam por v�rias aventuras sexuais antes de chegar a idade adulta. Pervertidas por natureza, prontas para dar tudo de si, a troca de afetos e favores sexuais intermin�veis s�o a caracter�sticas dessas abusadinhas, que gostam tanto de fazer amor e sexo que nasceram para isso. _____Ol�, meu nome � Kimberly, sou moreninha bem fogosa e gostozinha, n�o sou gorda mas sim gostosa e isso deixava os homens loucos e tarados por mim, apesar da pouca idade 12 aninhos j� tinha quadris desenvolvidos, n�degas bem fornidas, faltam-lhe seios maiores por causa da idade, era uma garota DELICIOSA e chamava a aten��o por isso. Quero contar est�rias de �pocas de eterna putaria e orgias, novinha mas putinha desde cedo, com 11 anos j� tinha namorado escondido, durante um ano namorei ele e depois disso n�o queria mais larg�-lo, grudei nele mas ele n�o me queria, ainda assim sa�amos juntos, mas ele s� participava de festas envolvendo orgias e eu acabei tomando gosto pela coisa e nessa �poca, j� sabendo o que queria, acabei levando uma vida de vadia, adorava isso. Estava de f�rias da escolinha e cansada de dar para quase todos os meninos do col�gio resolvi participar de novas aventuras, isso porque fui convencida por v�rios homens que queriam me ver dan�ando no carnaval, em plena �poca de carnaval viajei com amigos, morava com minha v� e a desculpa que inventei dessa vez foi que ia participar de uma colonia de f�rias com priminhos, deu tudo certo e depois de aprontar as malas fomos de carro at� uma cidade(n�o posso dizer qual) onde o carnaval estava bombando. Tinha apenas 12 anos e fui bastante influenciada pelos caras que me comiam, que me prometiam dinheiro e de vez por outra recebia, quando aparecia com dinheiro com minha av� dizia a ela que estava fazendo uns bicos tipo engrachando sapato e limpando coisas, que feio essas mentirinhas. Para ir com eles nessa viagem me prometeram uma graninha legal, eu acho, n�o tinha muita no��o do que � muito ou pouco. A viagem foi mais ou menos demorada e como o carro estava cheio de machos tive que revezar a sentada no colo em cada um deles, tr�s dos seis homens que deles nunca tinham me comido por n�o terem oportunidade, mas j� sabia que eram punheteiros, na casa de orgia que frequentava cansei de encontrar minha calsinha lambuzada de porra que s� podia ser a deles porque eram alguns dos caras que n�o me comiam, eu j� conhecia eles e sabia que a idade deles eram quatorze, quinze e dezesseis. Durante a viagem estava alegre e deixei que me tocassem enquanto sentava no colo de cada, estava junto com o balan�o do carro e minha bundona com as n�degas abertas sentada no colo dele, estava usando uma saia curta e uma blusinha branca bem justa e dexando s� quem eu sentava no colo me apalpar l� embaixo, na xaninha por cima da calsinha que j� estava ficando melada, quando vi os moleques j� estavam me esperando, com um volumezinho no short, sentei no primeiro deles e comecei a rebolar enquanto ele mexia na xaninha, passei para o pr�ximo e j� dava para ser a rola saindo do short, sentei em cima e rebolei e desse vez resolvi punhetar os outros dois a meu redor, eram punheteiros mesmo gozaram rapidinho melando minhas maozinhas, o que estava embaixo tamb�m gozou melando minha calsinha e saia, olha que eu s� rebolei e ainda estava a caminho da outra cidade. O carnaval n�o tinha nem come�ado e j� estava na putaria, chegamos e ficamos na casa de um colega de um dos meus colegas acompanhantes. Me lembro bem era uma casa grande e tinha v�rios quartos, era tudo o que os caras queriam para levar as vadias de carnaval at� l�. Ent�o os caras escolheram os seus quartos e fui sortuda de receber um quarto s� para mim (acho que foi proposital). N�o era muito grande mas era suficiente, tinha uma cama de solteiro e um guarda roupas que n�o precisava para nada pois tinha levado pouca roupa e suficientes bem. Durante o dia fiquei l� esperando o tempo passar com os meninos batendo no quarto mas n�o abria. Me vesti e estava mesmo acostumada a usar aquela roupa meu vestido colado ao corpo com uma calsinha cavada s� por baixo, o homem que quizesse ver minha xaninha era s� levantar o vestido, bem sexy para minha idade. J� era de noite e todos estavam prontos para ir a festa de rua onde o bloco de carnaval estava junto com os rapazes. Fomos a p� pois n�o era longe, disseram a mim para ficar a vontade e quando cheguei estava bem lotado. Eu e os rapazes come�amos a agitar, ficamos um tempo dan�ando e eles paqueravam outras garotas, passou-se meia hora e j� estava molhada de suor, os meninos estavam tomando cerveja e resolvi beber, s� um pouquinho, para aliviar o calor. Vi ent�o algumas garotas sendo beijadas pelos rapazes e isso me deixou alegre, estava louca. Eu j� tinha as n�degas grandes e bem preenchidas para minha idade e � �bvio que isso chamava aten��o nos caras que passavam e dos pivetes, senti muitas m�ozinhas bobas passarem sobre o meu bumbum, olhava para o cara que passava e ria, alguns tomavam um susto quando via a minha carinha inocente e outros ficavam loucos de tes�o at� repetiram s� que dessa vez com encoxadas. Repentinamente, gritei:-Aaaa�, e olhei para tr�s, rindo de raiva e tes�o, um dos rapazes perguntou o que foi e disse:-um filha da puta enfiou o dedo no meu rabo! -Voc� quer que eu fa�a o que? sei que est� gostando, te conhe�o, disse ele. N�o sei quantas mil pessoas estavam em volta, o som das pessoas e do trio era ensurdecedor, e tome m�o boba, dedada no c� e batedor de carteira. Estava uma maravilha, uma suruba ao ar livre, corpos suados se esfregando no meu, agarra��o, e aquele cheiro caracter�stico no ar, uma mistura de mijo com cerveja quente. Cheguei a beijar cinco rapazes. Hoje n�o curto mais carnaval como curtia mas garanto que j� fui super putinha. Os rapazes que estavam me acompanhando queriam mesmo era curtir, beijaram v�rias vadias, mas ainda n�o tinha nem come�ado, com o balan�o do ritmo comecei a rebolar de forma bem provocante, �s vezes, at� meu vestido subia mostrando a calsinha e xaninha suada, mas eu descia para esconder, tamb�m tenho vergonha , mas enquanto subia levei algumas dedadas diretas na xoxotinha que at� doiam, ficava puta, mas continuava a dan�ar com a minha carinha de menina bem tratada, por�m, vadia. um certo momento fui cercada por um grupo de rapazes, n�o vou dizer detalhes mas todos tinham caras de safados, eram 5 no total, uma turminha, cada um me puxou para si e me beijou, era trocada de boca toda hora e deixava tudo na boa, queriam me levar para um lugar e aceitei, fui caminando com eles at� chegar num local mais longe do bloco num beco, era escuro, grande e percebi que j� tinha gente ali se fudendo. Fui rodeada por eles e comecei a ser beijada de l�ngua por todos, era apalpada geral e enfiaram a m�o por debaixo do vestido, retiraram minha calsinha de beb� com cheiro de xaninha com coment�rios maldosos: -OLHA PESSOAL O CHEIRO DE BUCETA NOVA, enfiaram a boca na minha bundinha ainda de p�, sentindo meu cheiro de suor de menininha, pegaram no meu bra�o para n�o me mexer, e de um por um, enfiaram a cara por debaixo do vestido direto na xaninha, eles deliravam com meu cheiro, era um cheiro xoxota com menina suada, a� me fuderam al� mesmo, de p�, suas rolas me penetravam a vontade e eu s� ria com carinha de anjo, isso deixava eles mais excitados e at� meu cuzinho foi o alvo deles, subi em cima de um deles que estava em p� enquanto recebia duas picas dentro de mim, meu cuzinho doia mas minha xaninha estava a mil e molhad�ssima,-VAI VADIA, TU AGUENTA TUDO J� VI, AGUENTA NOSSAS ROLAS quando dois gozaram veio mais dois fazer o mesmo, estava transando com eles de p� no escuro, primeira vez que fazia isso, ap�s os cinco gozarem nos meus dois buracos de baixo e eu gozar apenas uma vez, vesti minha calsinha, ajeitei o vestido e fui direto para o bloco onde estava meus amigos de foda e acompanhantes, enquanto caminhava at� l�, pingava esperma de baixo de mim, cheguei at� eles rapidinho e um rapaz disse: -Acho que sei o que estava fazendo d� pra ver na sua carinha, -D� para ver debaixo do teu vestido, quando vi estava escorrendo porra pela minha perna e pingando. Os cinco rapazes que me comeram tinham voltado para pedir meu fone, n�o tinha, mas disse onde estava hospedada e eles foram embora, eram gatinhos tenho que admitir. Enfim o tempo passou e fui embora, estava ainda estocada de porra dentro de mim, mas aguentei para que n�o sa�sse, eu e mais um acompanhante me levou at� a casa, j� era tarde e vi que os outros iriam ficar at� o fim da festa. J� l� na casa, estavam v�rios homens com vadias e alguns ainda n�o tinham me comido, bebi �gua, fui ao banheiro mijar mas tinha um cara l� tomando banho com a porta aberta, entrei assim mesmo tirei minha calsinha e fiz pipi, o cara notou minha presen�a e olhou minha calsinha abaixada at� os p�s, a calsinha estava molhada de porra, ele percebeu nesse instante que era putinha, e sentada no vaso sanit�rio urinando, veio aquele cara pelado para cima de mim mostrando sua rola na minha carinha, n�s rimos um do outro e eu sem ter o que fazer, peguei e comecei a chupar sua vara grande e dura, o homem gozou enchendo minha boca de leitinho e combinamos nos encontrar mais tarde, eu me levantei peguei minha calsinha cheia de porra e fui para meu quarto, no corredor, dei de cara com os garotos punheteiros, que notaram o cheiro da minha calsinha cheinha de leite, levei apalpa��es sobre a roupa, e, mesmo excitad�ssima dispensei eles para mais tarde, ficaram emburrados, entrei no meu quarto, percebi algumas calsinhas jogadas no ch�o e para minha raiva estavam cheias de porra, s� poderia ser os punheteiros, levei tudo at� a lavanderia, peguei um banquinho para alca�ar o tanque e comecei a lavar, na m�o mesmo tudo, veio um homem por tr�s e come�ou a me encoxar, vi que era o cara que estava tomando banho, ele pegou sua rola e meteu por debaixo do meu vestido, estava de costas quando ele conseguiu enfiar no meu rabinho, ficou mais uns 10 minutos metendo, eu estava com o c� pegando fogo, ele gozou novamente dessa vez, no cuzinho e disse: -VOC� � NOVINHA MAS � MUITO VADIA, AGUENTOU MINHA ROLA LEGAL SUA PUTINHA, sa� da lavanderia com porra pingando do cuzinho. Quando terminou fui dormir no quarto que estava hospedada, n�o tinha mais nenhuma calsinha para usar at� amanh�, meu vestido estava sujo e resolvi colocar meu pijama, fino, liso e com nada por baixo, assim fui dormir. N�o antes de deixar a porta do quarto destravada, qualquer um poderia entrar. J� de madrugada estava dormindo e s� a luz da janela iluminava um pouco, pude ouvir o barulho, tinha algu�m entrando mas s� que estava morrendo de pregui�a, n�o vi quem era a princ�pio, vi algu�m entrar por debaixo do len�ol enquanto estava deitada de lado, me virei e vi um dos amigos deles, pediu para dormir comigo, ao meu lado pois n�o tinha muitos lugares para dormir, que papinho, perguntei seu nome e o que fazia, seu nome era Fredson e era mec�nico, fiquei aliviada e me deitei de lado fui dormir novamente, mostrando minhas n�degas que o pijama deixava mostrar, como n�o tinha nada por baixo j� sabia o que iria acontecer, Fredson se virou de lado tamb�m no outro sentido, j� estava com a cara perto da bunda, com certeza estava vendo meu cuzinho e xaninha, durante um tempo quase dormi de novo quando senti sua m�o grossa encostar na minha perna, sua m�o acariciou a perna e come�ava a subir para a xana, me deixando j� acordadinha, ele puxou o shortzinho do pijama para o lado que estava bem frouxo em mim, e come�ou a ver minha bunda bem de perto quase me cheirando, me mexi um pouco e dei uma rizadinha safada, ele se virou desa vez para o meu sentido, e de lado atr�s de mim come�ou a ro�ar seu p�nis duro nas minhas n�degas e esfregando levemente no meu cuzinho, cada vez que fazia isso sentia aquele pauz�o aumentar de tamanho ficando mais duro, ele passava sua pica na minha bunda e eu j� estava com a xana molhada, dei uma olhadinha para tr�s e disse:-continua, ele ficou empolgad�ssimo, esfregava sua rola dessa vez na minha xana, ro�ando bem gostoso, quase gozei, me virei e deitei em cima dele num 69 bem gostoso, ele chupava aquela umidade da xaninha e eu aguentava mais rola na boca, me deitei dessa vez com ele por cima de mim, ele cheirava a suor, cerveja e gracha, aquelas duas m�o grossas me amassavam, me seguravam com jeito, ele meteu aquela pica em mim, n�o teve dificuldades para isso, e me agarrava com seus bra�os bem fortes, me beijava com nossas l�nguas entrela�ando, me socava com for�a a fundo minha xana, me beijava os peitinhos, lambia minha orelha!...?. Bem, e pra terminar essa foda gostosa tirou sua rola da xaninha e despejou seus jatos, ejaculava como um homem que tinha passada uma semana no mato, que nem os recrutas do ex�rcito, me deixou com a minha carinha emporcalhada de porra. Logo depois se virou e dormiu, isso � o que todo homem faz, j� eu, me limpei e dormi tamb�m. Acordei tarde da manh�, vi que aquele homem com quem tinha passado a noite j� n�o estava mais l�, tive um dia legal passei v�rias horas entretida fazendo algo, op��es para fuder n�o faltaram, mas preferi levar um dia mais normal, at� certa hora que os garotos pirralhos punheteiros me chamaram para brincar de video game, e eu usei uma calsinha branca bem apertada e sexy, um vestido longo e colado at� os joelhos e era a minha marca registrada, n�s ent�o revez�vamos as partidas dos jogos, quando era a minha vez os meninos ficavam loucos, enquanto segurava o controle e jogava sentada no ch�o deixando a mostra a xaninha para eles, que passavam a m�o no meu vestido, mas eu n�o deixava eles passarem disso, o que deixava eles mais punheteiros, est�vamos jogando no quarto deles e percebi a origem de toda aquela punheta, vi um amontoado de filmes porn�s em DvD pirata, mas que pivetes! n�o sei aonde conseguiram aquilo, olhei a capa dos filmes e era s� mulher cavala boazuda, com certeza os pirralhos batiam muito, tinha at� filmes de orgia, que pervertidos! (N�o vou dizer a idade deles mas eram pirralhos). Os muleques me chamaram para a pr�xima brincadeira que era de brincar de esconde-esconde, topei na hora, a casa era grande, os homens tinham sa�do, j� eram acho que tr�s horas da tarde e eu estava junta entretida com os muleques. Tinha grande �rea l� atr�s da casa, uma piscina(que as vezes estava cheia de putas), �rvores e uma grande �rea para correr. Foi decidido que eu iria procurar os meninos na casa, e quando achasse teria que pegar no pau de cada um, eles ficaram excitados com a brincadeira pensando que eu iria dar para eles, contei de um at� vinte e fui procurar os pestinhas, eram 10 meninos, o primeiro encontrei atr�s da porta e j� estava com o pinto pra fora, ent�o peguei naquela pica, punhetei rapidinho, e fui procurar outro, deixei ele terminar n�o queria me melar ainda, o outro menino estava debaixo da cama, ent�o peguei na rola dele e punhetei s� um pouco, sem fazer ele gozar, fui procurar mais outro, que estava atr�s da cortina, fiz a mesma coisa, e assim foi, peguei em dez picas duras dos garotos, que estavam me comendo pelos olhos. A brincadeira mudou e agora tinha que ser achada, decidi que, cada vez que me encontrassem, um deles iria cheirar a minha xoxota, eles piraram, ficaram loucos com o que disse, ent�o me escondi, fui para dentro do guarda-roupa e fiquei l�, quando um abriu e disse: -Achei, logo se reuniu os 10 garotos, o que me achou j� queria me cheirar, n�o deixei e disse para ele escolher um dos dez pivetes, ele escolheu logo o mais pervertido, ent�o pedi para que ele se ajoelhasse, puxei para cima o meu vestido mostrando minha calsinha a todos, cruzei as pernas e abaixei a bunda e disse:-Mete a cara, minha nossa! ele meteu a cara entre as minhas n�degas, conseguiu heim, deixei ele cheirar por acho que 20 segundos, bem r�pido. Bom, a brincadeira continuou e fui achada novamente, dentro do box do banheiro, os 10 garotos se reuniram a minha volta, pedi para que escolhessem um (sem repetir), e o garoto mandou bala, enquanto metia a cara na bunda gostosa e cheirosa percebi que ele batia punheta, bom, o resto foi resto e assim foi, at� completar os 10 pestinhas, cada um com a cara mais lambida que a outra. Tive que terminar a brincadeira e ficaram super contentes com o cheiro de xoxota que tinham em seus rostos. Estava quase gostando dos punheteiros quando, de repente, os marmanjos (homens de verdade) me chamaram para fazer parte da festa deles, eles trouxeram duas gostosas a parte, uma loira gostoz�ssima estilo russa, com seios medios cara de safada e bunda gostosa, outra era morena (que nem eu), boazuda extremamente bunduda e cavala, com um xerec�o de fazer inveja, me uni a turma que j� estava no maior amasso, seis homens fortes e gostosos duas gostosas e mais eu, trancamos o quarto e ficamos l�, estava t�mida no in�cio, queria algo para quebrar o gelo pois apenas ficava vendo as duas gostosas fudendo com os caras, se contar eram tr�s caras para cada uma, resolvi ter coragem e me envolver, queria mesmo que esse n�mero diminu�sse para dois machos para cada puta, fui ent�o encorajada por um deles, que pegou na minha cabe�a e me fez carinho, me beijou e a� me joguei toda em cima dele, j� pelado com o pauz�o duro, tirou minha roupinha e me deixou a vontade, suguei aquela picona, veio ent�o outro fuder comigo e quando vi tinha duas picas duras na minha frente, uau! chupei bem gostoso enchendo de saliva aquelas piconas, um deles ordenou que ficasse de quatro, a� foi, aconteceu, levava no rabinho uma picona e na boquinha outra. Vi os homens revezarem as mulheres e o mesmo aconteceu comigo, outros dois caras vieram me fuder, e dessa vez levava picas duras no cuzinho e xoxota, a orgia estava �tima, n�o queria que acabasse mas vi a morena gostosa levando jatinhos de porra na cara, depois outros dois gozavam na loira, s� faltava euzinha levar porra, ent�o percebi que meu cuzinho estava apertando o pauz�o do homem, tamb�m pudera, isso at� atrapalhava um pouco, mas com muito jeito e um pouquinho de viol�ncia recebia jatos de porra dentro de mim, al�m do cuzinho ardido e cheio de esperma, senti minha xaninha levando at� o �tero uns jatos quentes, quase uma queima��o interna, com aquela xoxota cheia de porra terminamos a deliciosa orgia, e mal terminou j� queria outra foda, at� peguei o esperma qu escorria da xoxota e levei at� a boca provando, Aquilo at� aliviou minha coceira na xoxotinha mas queria mais algo e estava louca e pronta para mais uma foda. Fui convidada pela loira e a morena para fazer umas brincadeirinhas du cacete, nos trancamos no quarto e ficamos chupando uma a outra, n�o estava muito acostumada a isso, minha prefer�ncia � mesmo rola, mas estava t�o gostoso que n�o conseguia parar, nossas l�nguas dentro uma das outras, nossos cl�toris massageados, nossas gozadas, nossos carinhos, tudo nos deixava bem relaxadas, nos sent�amos bem e resolvemos provocar quem passava na rua, era carnaval n�, e para aproveitar isso, colocamos nossas bundas para fora da janela, janela grande , direto para a rua onde passavam v�rias pessoas. como j� disse, carnaval � uma suruba ao ar livre, fiz quase isso ao p� da letra, colcamos n�s tr�s as nossas bundas para fora da janela, sentadas nela, para ver o que acontecia, estava eu sentada no meio das duas cavalas boazudas e como era a menor e mais novinha, estava anciosa com a novidade, meu cuzinho e xoxota sendo vista pelos transeuntes, o que aconteceria? na janela? sentada?, n�o demorou muito e come�amos a ser apalpadas da mesma forma como em um puteiro, as tr�s, inciciamos com deadas e apalpadas e a cada vez que acontecia olh�vamos para tr�s e riamos da putaria, e tome dedada, dedada na xoxota, bulinada, dedada no c�, que del�cia! .....Quando percebemos estava formando-se uma fila quilom�trica dobrando o quarteir�o da casa onde eu estava hospedada, machos e machos enfiando a cara nas nossas bundas, com coment�rios maldosos: -VAMOS APROVEITAR AS TR�S PUTAS, UMA � QUASE VIRGEM, -BUCETA DE GRA�A GALERA, se aproveitando de mim e delas, nossas bundas p�blicas eram filmadas, fotografadas, aguentei aquela sess�o intensiva de apalpadas, dedadas, e chupadas na bunda,molestada por mais de meia hora, desisti f�cil, sob vaias masculinas fui embora, mas as outras duas putonas depravadas continuaram por mais de uma hora, confesso que gozei muito, os filhas da puta n�o tiveram como penetrar pois a janela era alta, mesmo assim, nos divertimos demais. Durante os dias que estive l� pude ter a certeza da minha voca��o de puta, desde novinha, era o que queria fazer, s� pensava em formas de seduzir e brincar com eles. Fiz enumeras putarias durante todos aqueles dias, mas no �ltimo dia foi diferente, os punheteiros que estavam na casa junto comigo resolveram dar uma festa, que festinha de pirralhos! disse eu, soube que queriam pagar uma puta para fuder com todos eles, os pivetes estavam alegres por conseguir juntar dinheiro para isso e fui logo convidada para ser "essa puta", � claro que n�o aceitei. De tanto procurar na rua, no carnaval, os muleques jumentinhos n�o � que acharam! Era uma puta boazuda, morena, mais alta que todos eles, kkk, ser� que iriam aguentar? acho que sim. Estava tudo combinado, fui convidada e prometi comparecer. A festa era a noite e tinha dois quartos dispon�veis para as surubas, rsrsrs, ser�? Os marmanjos donos da casa sa�ram e s� ficaram cerca de 15 piralhos, quando vi a quantidade at� me assustei, acho fizeram mais amizades, tudo pronto, eu j� estava l�, j� tinham ligado um som com m�sica bem alto, n�o demorou e chegou a t�o sonhada puta deles. Eu queria ver o que iria acontecer e fiquei l�, junto, s� vendo, carregaram uma mesa para o quarto e todos n�s entramos, mandaram a puta subir em cima da mesa e fazer strip-tease, sob o olhar de v�rios moleques, vi v�rias picas deles para fora punhetando enquanto a puta tirava a roupa e dan�ava, logo em seguida na segunda m�sica ela tirou tudinho deixando os garotos pirados. A putona deles deitou em cima da mesa com a perna aberta e come�ou a ser "pegada" por todos eles, era dedada na xoxota, no c�, lambidas, chupadas, beijos!, a puta deixava tudo, afinal de contas era paga para isso. A puta ent�o foi carregada para a cama pelos pirralhos, boazuda que era, tinha uma bunda bem grande e era muita areia para o caminhaozinho dos meninos, era uma cavala, de quatro, j� estava esperando a primeira pica a ser penetrada, sob v�rias apalpadas e del�rio dos pestinhas. Quando o primeiro deles se ajeita para meter ela diz: - CAD� A CAMISINHA?!!!!!!! -todos olham uns para os outros com cara de "n�o sei" bem desconfiados, e come�am a procurar pelas benditas camisinhas na casa, nas gavetas, em tudo, ela se senta e diz: -SEM CAMISINHA SEM NEG�CIO. Um dos garotos doido para com�-la diz: -Vai sem camisinha mesmo!, a putona fica "puta" com os piralhos e resolve ir embora. Uma certa decep��o toma conta do lugar, um come�a a culpar o outro pelo acontecido e quase presenciei um pequeno conflito, muito normal para a idade deles, muita testosterona, pouco c�rebro. Fiquei com peninha deles e resolvi bancar a putinha que tanto queriam, estava bem animada com a situa��o, fiz o mesmo que a puta fez, subi na mesa, dancei, tirei a roupa e fiquei s� de calsinha, fui bem apalpada sob coment�rios dos garotos:- PUTINHA AGORA FINALMENTE CHEGOU A HORA VOC� VAI SER NOSSA VADIA A NOITE TODA, eles me prometeram o dinheiro da putona para mim, se fizessem tudo o que eles quisessem, aceitei � claro precisava de grana e comecei a ser lambida, chupada, enfiaram as suas m�os em mim ....... bom n�o vou contar o resto mas acho que � iria acontecer � �bvio. Beijo a todosCarnaval_Surub_'.'Orgy-Mf_ped_creampie'.'