Note: This story was dynamically reformatted for online reading convenience. T'tulo: Pequena Brenda na Casa de Repouso Story codes: MMMg, ped Idades: 9 Autor: FosterDaddy Pref�cio: Este trabalho � protegido pelo autor(FosterDaddy). Todas as pessoas e os acontecimentos desta hist�ria s�o inteiramente fict'cios. Este documento cont�m informa��es contextuais de natureza adulta. Os indiv'duos sens'veis e / ou n�o-adulto deve excluir este documento imediatamente. Se voc� tem menos de 21 ou voc� � um adulto que n�o deseja ver o material sexualmente expl'cito, deve sair imediatamente! O que se segue � uma obra liter�ria de fic��o adulta er�tica e � atado com atividades sexuais tremendamente imorais e fortemente perversos entre adultos e crian�as. Se voc� est� a menos ofendido por contato f'sico de natureza sexual entre adultos e crian�as, em seguida, exclua o arquivo e estar no seu caminho. Nenhum dos eventos aqui descritos nunca ocorreu nem foram influenciados pelas descri��es ou atos de qualquer ser humano. Tudo neste fantasia foi a cria��o da mente de uma �nica pessoa, onde ningu�m foi tocado, acariciado, persuadiu ou coagidos a qualquer situa��o sexual. Aproveite este mau devaneio por seu pr�prio risco, e n�o se surpreenda se voc� encontrar-se excitado. FosterDaddy --------- PS: Esta � uma tradu��o para o portugu�s. O original pode ser encontrado em: https://www.asstr-mirror.org/files/Authors/FosterDaddy/Little%20Brenda%20at%20the%2 0Rest%20Home%20-%20Part%201.txt As pessoas chamam esse lugar de "Casa de pessoas velhas", mas eu n�o me considerava "idosos". Eu tinha 66 anos de idade e era plenamente capaz de viver sozinho e cuidar de mim mesmo. Inferno, eu tinha dinheiro suficiente no banco que eu poderia ter contratado uma empregada, um cozinheiro e um motorista para ter certeza que tenho tudo que preciso. O que eu realmente queria, por�m, era companheirismo. Eu n�o tinha fam'lia para conversar, ent�o fiz check-in como um residente da Casa de repouso de Lakeview, pois eu teria pessoas para conversar. Estou aqui h� 11 meses e tinha desenvolvido alguns bons relacionamentos. Meu nome � Malcolm Ford, e esta � a hist�ria de como o meu interesse em meninas realmente come�ou. Ann foi uma de nossas enfermeiras residentes. Menina linda de provavelmente 28 ou 29 anos de idade. Seu marido era um reservista do Ex�rcito e tinha sido convocado - e, em seguida, mantido por mais tempo do que o esperado. Ann foi for�ada a vender a casa e ela e sua filha de 9 anos Brenda vieram viver e trabalhar na casa em troca de moradia, comida e um pequeno sal�rio. Brenda n�o nessecitava tanto do emprego, apenas pediu para que pudesse confraternizar com os moradores e dar-lhes algu�m para conversar. Brenda, muitas vezes entrava fervendo no meu quarto e interrompia o t�dio do meu dia. Ela era uma das minhas coisas favoritas da "casa". �s vezes, ela entrava quando os caras estavam aqui jogando poker, e fazia muitas perguntas tolas. N�s sempre esperamos por ela para fazer perguntas como: "Se voc� tem tr�s dessas cartas � bom ou ruim?" O resto de n�s iria largar as cartas na mesa e dizer: "Dobro a aposta". Mas n�s nunca jogamos por dinheiro, por isso era mais uma divers�o do que qualquer outra coisa. O que realmente queria era cerveja, charutos e pizza para as nossas noites de poker, mas todas essas coisas eram proibidas. Eu aprendi a ser um pouco sorrateiro, comprando sacos de balas e ursinhos de goma e, mergulhando-os durante a noite em grandes tigelas de vodka. Na manh� seguinte, a vodca tinha sido absorvida para os doces e poder'amos com�-los livremente enquanto jog�vamos. Em uma dessas noites de poker, ja era tarde - provavelmente uma da manh� - e Brenda apareceu e disse: "Vov� Malcolm, eu n�o consigo dormir." N�s tr�s se entreolhamos e Mike disse: "Eu n�o me importo se ela ficar." Joe simplesmente deu de ombros. Virei-me para Brenda e disse: "Tudo bem, entre aqui amendoim." Ela veio e subiu no meu colo com sua pequena camisola rosa que ela tinha come�ado a ficar pequena. Eu disse: "Ok, crian�a ... sem contar para essas velhotes as minhas cart�es." Ela sorriu para mim e, pela primeira vez, percebi o qu�o bonita ela realmente era. Seu longo cabelo ruivo puxado para tr�s sobre suas orelhas com uma banda de cabelo branco na parte superior da cabe�a. Seus l�bios rosa perfeitos e suas covinhas iluminaram seu rosto quando ela sorriu. Seus olhos castanhos lindos com aqueles longos c'lios. "Espere ... o que eu estou pensando ?!" Eu refleti comigo mesmo. "Concentre-se no jogo. Concentre-se." Ficamos ali por pouco tempo, quando Brenda disse: "Vov� Malcolm ... um gosto estranho." Eu olhei para baixo e vi que ela tinha comido quase todos as minhas balas de goma. Eu olhei para ela e disse: "Baby, quantos desses voc� comeu?" "MUITOS!" ela falou arrastada. "Ah, porra." Mike disse em voz alta. Joe olhou e disse: "O que vamos fazer?" Joguei o resto das balas de goma longe e inclinei-a para tr�s fazendo relaxar no meu peito. "Temos que ficar de olho nela e n�o dizer nada, a menos que haja um problema. Podemos entrar em muitos problemas por isso." Ambos os homens acenaram para mim mostrando que tinham entendimento. Quando ela come�ou a cair no sono, seu bra�o caiu e sua pequena m�o agarrou a virilha do meu pijama. Eu endureci de repente o, o suficiente para que Mike olhasse para mim e falase: "Voc� est� bem?" Fiz um gesto para baixo e eles viu a m�ozinha que agora envolvida o entorno do meu pau atrav�s do pijama. "Meu Deus!" disse Joe com um olhar de cobi�a e medo em seu rosto. "Precisamos lev�-la para o seu quarto" Mike falou, sentindo o nosso desconforto. Comecei a sentir uma sensa��o de que eu n�o havia tido em muitos meses - eu estava ficando duro-. "Gente," eu disse, "Estou ficando duro, pela primeira vez em meses. Esta merda � melhor do que Viagra!" Ambos riram compreendendo a situa��o rid'cula em que est�vamos. "Eu estou ficando tamb�m." Joe disse com um sorriso ir�nico. "S�rio? Voc�s est�o fudidos!" disse Mike. "Mike ... ela desmaiou. Somos adultos. N�o se desespere.", Eu disse. "Voc� � bem-vindo para ir para a sua cama se isso faz voc� se sentir desconfort�vel, mas eu estou duro, pela primeira vez desde a eternidade, ent�o eu vou fazer isso durar." "Nah ... est� tudo bem. Estou ficando tamb�m." Ele riu com o embara�o �bvio. Levantei-me e levei-a para a minha cama, para que eu pudesse deit�-la e voltar para o jogo. Quando eu a colocava no sof�, ela puxou a perna mais para cima do sof�, deixando a camisola cair aberta. Diante de n�s estava uma garotinha de 9 anos vestindo uma calcinha branca, esticada e desgastada contra sua vagina, exposta para n�s tr�s. Eu simplesmente olhei paralisado. Atr�s de mim, ouvi um gemido e me virei para ver Joe de p� esfregando seu p�nis enrugado. Mike sentou-se na cadeira esfregando seu p�nis ereto atrav�s de suas cal�as. Olhei dos caras para sua buceta ... depois de volta para os caras ... depois de volta para sua vagina. Eu n�o poderia resistir essa. Fechei e tranquei a porta do quarto, em seguida, voltei para o sof� e esfreguei sua pequena vagina atrav�s da calcinha de algod�o. Ela estava apagada e n�o reagiu ao meu toque. Eu sa' um pouco do caminho para os caras poderem assistir enquanto eu continuava esfregar sua calcinha. Ent�o eu coloquei a m�o na frente de sua pequena calcinha e come�ei a brincar com seu clit�ris. Quando eu ainda n�o tive uma rea��o dela, eu endireitei suas pernas para fora e puxei a calcinha para baixo sobre as pernas, deixando cair no ch�o, ao nosso lado. Mais uma vez eu abri suas pernas e come�ei a esfregar seu clit�ris, puxando um pouco os labios al�m de olhar bem para o sua buceta. Inclinei-me e senti o aroma fresco da vagina - a buceta mais fresca que eu tinha cheirado em 50 anos. Inclinei-me e come�ei lamber e chupar seu clit�ris. Joe se moveu e foi freneticamente se masturbando enquanto posicionava a cabe�a de seu p�nis contra sua boca ligeiramente aberta. Vendo isso, eu chupava mais o seu clit�ris e come�ava a empurrar minha l'ngua no seu buraco apertado. Eu podia sentir o anel apertado, agarrando minha l'ngua enquanto a empurrava para dentro e para fora. Ap�s um tempo, Joe come�ou a gemer e eu podia ver seus espasmos enquanto gozava em sua boca. Ela estava respirando pelo nariz, portanto ela n�o pareceu notar, e apenas como Joe estava se afastando para se sentar, Brenda reflexivamente amorda�ada, sentou-se ligeiramente, e engoliu. Ela n�o abriu os olhos. Ela engoliu uma e outra vez, em seguida, fechou os l�bios e nos deitamos. Eu toquei seu clit�ris novamente para ver se ela estava desperta pelo que tinha acabado de acontecer, mas ela n�o se moveu. Nesse ponto, eu estava mais duro do que eu tinha ficado em 20 anos. Eu desabotoei meu pijama e puxei meu pau para fora. Ent�o eu posicionei a pequena Brenda deixando sua bunda era ligeiramente sobre a borda do sof�. "Malcoln, n�o." Eu ouvi de Mike. Virei-me para ver e ele esfregava seu p�nis que estava para fora. "Ela � s� uma menina." "Mike", eu disse, "esta � provavelmente a �ltima buceta que vou ter . Vou ser gentil e eu n�o sou t�o grande." Ele balan�ou a cabe�a mostrando ter entendido. Eu pressionei a cabe�a do meu pau que estava apertando aquela brilhante buceta diante de mim. Eu empurrei, meu pau torto. Isso ia ser dif'cil. Eu levantei e abri ainda mais as pernas, usando os polegares para espalhar seus l�bios t�o distantes quanto eu pudesse. Eu j� tinha pr�-gozo escorrendo da cabe�a do meu pau que eu esfregava em torno da abertura. Eu empurrei de novo e senti sua pequena vagina abrir um pouco para mim. Eu continuei a empurrar e foi quando eu senti que a cabe�a do meu pau estava dentro dela. Agora eu inclinei-me, empurrando com firmeza minha p�lvis, e meu pau se aliviou lentamente ... lentamente ... at� que entrei no fundo do po�o. Eu deslizei para dentro. Era mais f�cil desta vez e ela parecia estar ficando mais molhada. Come�ou a pegar o ritmo, mas eu sabia que n�o ia durar muito tempo dentro desta menina. Logo eu estava entrando para dentro e para fora como um pist�o, mas tomando cuidado para n�o ir muito r�pido, porque ela era t�o forte que pensei que eu poderia me machucar. Eu senti uma sensa��o que a muito tinha esquecido em minhas bolas e sabia que estava prestes a gozar. Eu levantei suas pernas contra o peito, empurrei para dentro, tanto quanto eu poderia ir, e come�ei a ench�-la com meu gozo armazenado a anos. Como eu puxadei para fora, assisti um pouco de porra correr atrav�s de seu perfeito cu marrom rosado. Eu senti como se minha vida estivesse completa. De repente, ouvi, "Saia!" por tr�s de mim e vi Mike movendo-se com o seu grande galo. "Tenha cuidado, Mike. Voc� � muito grande." Ele levantou as pernas, prendeu-as de volta, e em seguida, come�ou a empurrar o dedo em seu pequeno nus, usando o meu gozo como lubrificante. Uma vez que ele conseguiu, ele pressionou seu p�nis contra o c� dela e come�ou a empurrar. Lentamente eu podia ver sua bunda abrir para ele empurrar - olhando para ela como se sua vida dependesse disso. "Entra a' caramba. Vou gozar!", Disse Mike. Ele continuou a empurrar. Quando suas bolas finalmente descansaram contra sua bunda e ele pode sentir que estava completamente dentro, ele come�ou a gozar. Eu nunca vi ningu�m t�o expressivo durante um orgasmo - ele estava se contorcendo, fazendo caretas, e eu n�o poderia dizer se ele estava gostando ou tendo uma enorme coron�ria. Mas ele finalmente terminou e deslizou para fora de seu rabo abusado. A vis�o obscena, antes teria nos feito duros novamente se n�o fosse pela a nossa idade. Mas se n�s jogasse-mos nossas cartas direito, poder'amos ter outra chance de fazer isso. Da pr�xima vez, poderia pensar em fazer strip poker. Peguei alguns panos quentes e come�ei a limpar Brenda. Verifiquei para me certificar de que n�o havia qualquer sangramento. Lavei sua pequena buceta e, em seguida, seu reto apenas para o caso de vazar em sua calcinha mais tarde e sua m�e perguntar o que era. Ent�o eu dei um beijo em sua pequena vagina, colocando a calcinha de volta, cobrindo suas pernas com sua camisola, e colocando um cobertor sobre ela. Jim e Mike se sentaram � mesa, ofegantes e cansados. "Voc�s precisam ir para a cama." Eu disse. "Precisamos disso para parecer que ela entrou e adormeceu no sof�." Os caras concordaram em sil�ncio e sairam do meu quarto. Eu mesmo limpei e deitei em minha cama. Agradecido e surpreso com os acontecimentos que tinham acabado de ocorrer. Fiquei ali pensando: "Esta foi uma boa decis�o. Estou feliz de ter vindo para c�."

Pequena Brenda na Casa de Repouso